Chega de encher a pança a esta ladroagem!
Aquele abraço infernal!
Todos nós, esta grande massa de descontentes e desiludidos, vítimas das ratazanas dos corredores do poder, vamos acumulando quase sem dar conta e com alguma (muita) paciência, razões de queixa e uma raivazinha difícil de controlar!
Quando eu era miúdo, a noite do Festival da Canção era passada em família e com muitos nervos à mistura. Fazíamos votações secretas, dávamos palpites e... nunca ninguém acertava. Por mera coincidência, a canção portuguesa aparecia invariavelmente em primeiro lugar das nossas votações e sabe-se lá porquê, esse resultado nunca era confirmado pelo júri da Eurovisão. Era a "Tourada", o "E Depois do Adeus" e tantas outras melodias, cujo significado estava muito para além do simples concurso de canções ligeiras.
Reconheço que não sou a pessoa mais indicada para questionar a qualidade do trabalho da Fátima Lopes. Primeiro porque não percebo patavina de moda e depois porque decididamente, a madeirense com repas à Beatriz Costa me irrita. 
Nos últimos tempos temos visto e ouvido, aquele que eu sinceramente pensava, estar já devidamente acompanhado por médicos especialistas e preventivamente sedado. Erro meu, pois ele está de volta, pior que nunca e mais grave que tudo, como ídolo das "tias", essas malucas sempre em busca de algo verdadeiramente deprimente para alegrar as suas vidas.
aioria das vezes completamente incompreensíveis e em concertos nas melhores salas do país, sempre com plateias pejadas de figuras "vip".
Adivinham-se tempos difíceis para os social-democratas portugueses. Se esse facto se confinasse ao Partido, estaríamos todos muito mais descansados, mas não é o caso. Trata-se do maior partido da oposição e num sistema em que a rotatividade, para o bem e para o mal, é a realidade da nossa jovem democracia, todos vamos observar atentamente a escolha do futuro líder do PSD.
Andava a Laurinha Bush em digressão pelo pelo Médio Oriente, a divulgar uma parceria dos EUA com países da região, na luta contra o cancro da mama, quando uma daquelas "gaffes" a que a família nos habituou, acabou por escapar. Rodeada por uns seres presumivelmente femininos, mas cujas vestes não o permitiram confirmar, a 1ªDama cowgirl, mostrava assim uma total sintonia com o seu esposo, na arte de bem meter a pata na poça!
Nicky Taylor, uma jornalista britânica da BBC que integrou uma equipa responsável por um documentário sobre os efeitos da cannabis, decidiu falar com conhecimento de causa. A forma que encontrou para o fazer é no mínimo discutível!
Apesar de me considerar um ser essencialmente urbano, não me é difícil entender que haja pessoas que optem por formas de vida alternativas. Uns procuram o isolamento para se concentrarem em si mesmos, outros pela simples recusa das regras da vida em sociedade e cerca de 2 milhões para fugir da ASAE.
Tenho que reconhecer que isto não está nada fácil! Até pode parecer que enveredei por uma espécie de cruzada desmiolada e sem sentido, mas não é por aí! O problema é que há coisas que me incomodam e me fazem saltar a tampa sem responder por mim!
Só um pequeno (grande) pormenor me faz escrever este post! Estou-me a borrifar, aliás como sempre estive, para toda e qualquer opção sexual. Considero isso uma não-questão, para a qual não contribuo, ainda que não deixe de observar com olhar curioso!
Todos conhecemos a autêntica paranóia americana, com tudo o que se relacione com mamas. Não há cá meias doses, é sempre tudo em grande! Mesmo aquelas com quem a natureza foi somítica, agarram nuns dolarzinhos e saem de manhã de casa com um soutien 38 e regressam à noite derreadas pelo peso de um 54 de copa D. A coluna range mas a moça ganha um novo sorriso e novas alcunhas!
ue no ano anterior. Ao ler isto fiz as contas e concluí que 15764 mamas tinham ganho uma nova vida.
Em todas as primaveras eu tenho essa ideia peregrina de que ...agora é que vai ser! Os passarinhos chilreiam, as florzinhas ficam viçosas como a nossa economia e as hormonas, essas loucas varridas dão comigo em doido! Se por um lado há aquelas forças que nos tentam fazer cumprir um destino anunciado, tantas vezes mais cedo do que seria aconselhável, por outro tem havido sempre uma resistência prudente, que exige argumentação variada e sempre actualizada!
O futuro do porco preto está definitivamente em causa e sendo assim, resta-nos acarinhar os porcos de todas as outras cores!